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Dia 3: Kamakura

  • Foto do escritor: Ana
    Ana
  • 21 de abr. de 2025
  • 3 min de leitura

Tínhamos pensado ir a Nikko, que é uma cidade a norte de Tóquio, mas mudámos de ideias e resolvemos ir a Kamakura, que é uma pequena cidade na costa, a sul de Tóquio, a cerca de 1 hora de comboio.

Começámos com uma caminhada de meia hora pelas ruas da cidade e arredores, a caminho do Templo Hokokuji.


Kamakura
Kamakura

Foi muito interessante andar pelas zonas residenciais de uma cidade de província. As moradias são pequenas mas muito bem cuidadas e não se vê lixo em absolutamente lado nenhum.

Por fim lá chegámos ao Templo Hokokuji, ao qual também chamam Templo Bamboo.


Atrás do templo havia uma floresta de bambu.

Floresta de bambu no Templo Hokokuji.
Floresta de bambu no Templo Hokokuji.

Na floresta de bambu havia uma Tea House onde se bebia um chá Matcha, em silêncio e meditação, a contemplar a floresta, uma atividade extremamente difícil para esta família…

O chá não era grande coisa, sabia a relva e terra, o melhor eram mesmo as bolachinhas de açúcar. Mas neste país tudo é servido com um cuidado extremo. E é tudo bonito.

Matcha Tea
Matcha Tea
Tea House
Tea House

A (mini) floresta também era muito bonita.

Bamboo Forest no Hokokuji Temple
Bamboo Forest no Hokokuji Temple

À saida do templo, um senhor japonês meteu conversa com o Xanito e Afonso (em inglês). E no final, o Afonso agradeceu. Com uma vénia, claro. Aliás o Afonso sabe imensas frases e palavras em japonês. Os japoneses são super simpáticos. No comboio para Kamakura, um senhor japonês sentou-se ao lado do Xanito e passaram a viagem a conversar. O senhor era colega da nossa sobrinha Marta (engenheiro aeroespacial), mas já reformado.

De volta para Kamakura já fomos de autocarro. Apanhámos um comboio/elétrico para ir ver o Grande Buda.

Uma curiosidade: nas estações de comboio e metro não há confusões para entrar nas carruagens. As portas estão marcadas no chão das plataformas e as pessoas fazem uma fila ordenada para entrar no comboio antes dele chegar. O mesmo na entrada das escadas rolantes. E nós também, claro.

À chegada ao parque onde está o Grande Buda tem que se lavar as mãos, não percebi bem porquê, porque não se mexe em nada e é um parque enorme. Mas assim fizémos.

O Buda é mesmo grande. O Grande Buda de Kamakura é uma estátua de bronze localizada no templo Kōtoku-in. A estátua de bronze provavelmente data de 1252 e dizem que provavelmente foi inicialmente de madeira e depois reconstruída em bronze. E também já foi dourada, pois há uns vestígios.

Mais umas fotos:

E mais uma foto de família. O Afonso diz que temos que pedir a uma japonesa, pois elas tiram as melhores fotos, mas esta foi tirada por um turista ocidental.

De volta a Tóquio e foi tempo de tarefas domésticas - lavar roupa, pois ninguém tem roupa para 2 semanas. Acho que todos os hotéis por aqui têm máquinas de lavar e secar com moedas, o que é uma ideia maravilhosa.

Este tem 2 lavandarias, uma delas tem de um lado uma biblioteca de mangas e do outro as máquinas. Note-se que as máquinas funcionam com um código PIN portanto são precisamos de ficar ali à espera. Não há nenhum controlo na biblioteca, os japoneses assumem que os hóspedes são respeituosos e devolvem os livros!

Uma curiosidade que mostra bem como é o serviço e o asseio japonês. Na receção trocam notas por moedas para as máquinas de lavar. Aliás, têm máquinas de trocos automáticas. Quando dizemos ao que vamos apresentam-nos um pequeno tabuleiro preto para pormos a nota ou moeda e depois arrumam as moedas em filas no mesmo tabileiro e entregam-nos com uma vénia.

E acabámos o dia a jantar churrasco japonês, que era maravilhoso. A carne, e tudo o resto era divinal. Proposta do Alex (que encontrou na intenet, claro!).

Amanhã é mais um dia de turismo em Tóquio.

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